Casamento autêntico ao ar livre – Martha e David

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Casamento autêntico ao ar livre – Martha e David

Sabe aquele casamento mágico, em que você vê o toque dos noivos em cada detalhe? Onde você vê inovação e criatividade em um casamento cheio de amor, que foi todo planejado pelos noivos?!!! Esse foi o casamento da Martha e do David, que moram atualmente em Panambi (RS).Eles se conheceram em um retiro de crianças onde os dois estavam ajudando como voluntários. Ela foi fazer um curso bíblico básico na mesma faculdade que ele fazia teologia, e eles se aproximaram pela música, porque os dois tocam

Sabe aquele casamento mágico, em que você vê o toque dos noivos em cada detalhe? Onde você vê inovação e criatividade em um casamento cheio de amor, que foi todo planejado pelos noivos?!!! Esse foi o casamento da Martha e do David, que moram atualmente em Panambi (RS).
Eles se conheceram em um retiro de crianças onde os dois estavam ajudando como voluntários. Ela foi fazer um curso bíblico básico na mesma faculdade que ele fazia teologia, e eles se aproximaram pela música, porque os dois tocam violino (fofo demais, não é? rss).
Eles não tinham nenhum interesse amoroso até então, mas ela foi embora quando o curso acabou, e então eles perceberam que não podiam ficar longe um do outro. Foi onde começaram a namorar a distância, durante 1 ano e 4 meses até o casamento.
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O pedido de noivado ocorreu um pouco antes do nosso aniversário de namoro e as alianças não podiam ser mais perfeitas. Nelas, foram gravadas um trecho da partitura da mesma música que iria tocar na minha entrada no casamento.

Marcamos a data para dia 26/11/16. Eram apenas 9 meses pra organizar tudo. Nós não tínhamos um grande orçamento pra gastar, e queríamos um casamento pequeno, aconchegante e divertido, que fosse a nossa cara. Para isso, colocamos a mão na massa.
Escolhemos o local que nos apaixonamos logo a primeira vez que o vimos: o Susser Schuppen, em Timbó. É uma casa adorável, antiga, porém charmosa. No quintal, uma linda área verde com um laguinho e um deque no qual poderíamos casar ao ar livre. Não tinha exatamente um plano B, pois iria ficar apertado realizar o casamento dentro do local, e a chances de chover eram grandes em novembro, mas, depois de muito relutar, decidi confiar no nosso bom Deus e fomos na fé de que Ele cuidaria de tudo (e cuidou!)
Colocamos a mão na massa a começar pelos convites do casamento. Como o David é um ótimo desenhista, ele mesmo escreveu e desenhou o convite. A partir deste convite tiramos várias cópias, mergulhamos no café para ficar com um aspecto envelhecido e selamos o envelope com cera dourada e um sinete com nossa logo, que deu um toque todo especial.

A decoração também foi em grande parte realizada por nós, com ajuda da nossa família. Eu pintei e personalizei todas as garrafinhas de flores, decorei os guardanapos, fiz a porta-aliança, ajudei a fazer o topo de bolo, etc. O David, mesmo longe, ajudou muito. Ele lixou o violino para assinatura dos convidados, pintou os números das mesas, montou toda a playlist do casamento com nossas músicas preferidas, fez as lembrancinhas (pequenas xícaras de café desenhadas uma a uma por ele com canetas de porcelana). Até as “torinhas” de madeira para a decoração das mesas foi meu pai mesmo que serrou rs. Enfim, com certeza deu muito trabalho, mas o resultado ficou lindo. Além de termos economizado muito com a decoração, cada detalhe tinha nosso toque.
Finalmente chegou o dia! Choveu a semana inteira, inclusive na manhã do dia do casamento. Mas Deus é bom, e nos abençoou com uma linda tarde nublada e conseguimos casar ao ar livre. Quem nos casou foi meu próprio irmão, que também é missionário. Trocamos votos e prometemos cuidar um do outro pra sempre. Teve muito choro, muitas risadas. Foi tudo lindo, do jeito que nós sempre sonhamos.
Uma frase que ouvi bastante enquanto organizava meu casamento era: “vocês não vão conseguir aproveitar o casamento, é tanta gente pra dar atenção, tanta foto pra tirar, que nem dá tempo pra curtir.” Eu e o David estávamos decididos a fazer diferente. Era nosso casamento. Abrimos mão do tradicionalismo e organizamos tudo do jeitinho que a gente queria. Decidimos não contratar cerimonialista, mas contamos com a ajuda da minha tia para organizar as entradas e recepcionar as pessoas. Para economizar tempo, organizamos da seguinte forma: Fomos de mesa em mesa cumprimentando as pessoas, tirando fotos e as encaminhando para o buffet. Desta forma havia uma ordem para cada mesa se servir, evitamos filas e temos um registro fotográfico com todos os convidados. Fomos os últimos a nos servir, mas não foi um problema de forma alguma. Em vez de janta, teve café colonial. Em vez de ter valsa e pista de dança, tocamos músicas com nossos violinos para os convidados (porque somos horríveis em dança). Em vez de jogar o buquê, decidimos fazer uma competição de arco e flecha para as solteiras: Quem acertasse mais perto do alvo levaria o buquê. Foi muito divertido. Para os homens não ficarem de fora, fizemos competição de lançamento de tora e competição de comida. Nosso casamento não foi até tarde, mas aproveitamos cada segundo e nos divertimos muito. Não nos arrependemos de nada.

Durante o noivado também ouvi muito sobre ter que primeiro “aproveitar a minha vida”, seguir os meus sonhos, me formar, viajar, construir uma casa, pra daí “pensar” em casar. Bom, eu não deixei de seguir os meus sonhos, eu escolhi segui-los ao lado de quem amo, compartilhando cada momento, o que é muito melhor rs. Casar não exige que já tenhamos uma vida pronta, casar exige que estejamos dispostos a construir uma vida juntos. Posso dizer que o casamento foi uma das maiores bênçãos de Deus em nossas vidas, nosso maior sonho foi realizado!
Local: Susser Schuppen
Decoração: Blumen Landhaus e noivos
Vestido: Lily Atelier
Fotografia: Petri fotografia
Buffet: Torten Paradise
Cabelo e make da noiva: Cléo cabelereiros

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